Patek Philippe Nautilus Prata, Mostrador na cor Verde.
Qualidade Super Clone - Fábrica Clean
Tamanho da caixa: 40mm
Material em Aço Inoxidável 904L
Vidro Cristal Safira
Movimento Automático
Tampa Traseira Transparente
Pulseira de Aço
Fecho Anti-furto
Todas as Gravações do Original
Acompanha Caixa Patek Completa
O Nautilus foi lançado em 1976, numa época em que a indústria relojoeira suíça enfrentava a crise do quartzo: os relógios japoneses, mais baratos e precisos, estavam dominando o mercado.
Para enfrentar esse desafio, a Patek Philippe, uma marca altamente tradicional e conhecida por seus relógios clássicos e formais, decidiu fazer algo totalmente inesperado: criar um relógio esportivo de luxo — robusto, de aço, grande... e caro.
O responsável pelo design do Nautilus foi Gérald Genta, um dos maiores gênios da história do design de relógios. Ele também é o criador do Audemars Piguet Royal Oak (1972), o primeiro relógio esportivo de luxo da história.
Segundo a lenda, Genta desenhou o Nautilus em um restaurante, em 5 minutos, durante a Baselworld de 1974, após ver executivos da Patek em outra mesa.
O design do Nautilus foi inspirado nas janelas de navios (chamadas "escotilhas"). Isso é visível:
No formato octogonal arredondado da luneta
Nos “ear flaps” laterais que lembram dobradiças
Na robustez e resistência à água
O nome Nautilus vem do submarino fictício do Capitão Nemo, em Vinte Mil Léguas Submarinas, de Jules Verne — reforçando a ligação com o mar.
Conhecido como “Jumbo” por seu tamanho (42 mm — enorme para a época), a Ref. 3700 era feita em aço inoxidável e custava tanto quanto (ou mais que) muitos relógios em ouro da época, o que causou polêmica.
Características marcantes:
Caixa monobloco (sem fundo removível)
Mostrador azul com textura horizontal
Bracelete integrado ao estilo esportivo
Movimento automático fino: calibre 28-255C (base Jaeger-LeCoultre)
Na época do lançamento, o Nautilus foi controverso e não vendeu muito bem — afinal, era um relógio de aço caríssimo vindo de uma marca de peças formais.
Mas com o tempo, ele se tornou um ícone cult e, hoje, é um dos relógios mais desejados do mundo.
Ao longo das décadas, a linha foi se expandindo, mas sempre mantendo o DNA do modelo original.
1998: Lançamento da Ref. 3710, com indicador de reserva de marcha
2004: Ref. 3712, com fases da lua e mostrador assimétrico (muito cultuada)
2006: Lançamento da nova geração: Ref. 5711/1A, com movimento in-house e fundo transparente
2006: Também chegam versões com cronógrafo: Ref. 5980
2010s: Expansão para versões em ouro, com pulseira de couro e complicações
2021: Anúncio do fim da Ref. 5711, que causou comoção no mercado
2021: Lançamento da edição final 5711/1A-014, com mostrador verde oliva
2022: Parceria com Tiffany & Co.: edição limitada 5711/1A-018 com mostrador azul Tiffany (revendido por até $6 milhões)
Hoje, o Nautilus é um dos relógios mais cobiçados e difíceis de conseguir no mundo. As listas de espera nas boutiques da Patek chegam a 10 anos ou mais, e os preços no mercado secundário costumam ser 2x a 10x maiores do que o preço de varejo.
Esse desejo vem de:
Design atemporal
Marca Patek Philippe (prestígio altíssimo)
Produção limitada
Influência cultural (usado por celebridades como Brad Pitt, LeBron James, Ed Sheeran)