Tag Heuer Monaco, Pulseira e mostrador na cor Azul Escuro.
Qualidade Premium AAA+
Tamanho da caixa: 42mm
Caixa em Aço Inoxidável 904L
Vidro Cristal Safira
Movimento Quartzo
Cronógrafo Funcional
Calendário Funcional
Pulseira de Couro
Fecho Anti-furto
Todas as Gravações do Original
Acompanha Caixa Tag Heuer ou Caixa Simples
A história do TAG Heuer Monaco é uma das mais icônicas da relojoaria suíça — e talvez a mais cinematográfica. Com seu design quadrado ousado, cores vibrantes e forte ligação com o automobilismo e o cinema, o Monaco se transformou em um símbolo de rebeldia, velocidade e estilo retrô.
Vamos explorar sua jornada desde o nascimento até os dias atuais.
O Heuer Monaco foi lançado em 3 de março de 1969 (antes da marca se tornar TAG Heuer) e foi revolucionário em vários sentidos.
Principais inovações:
Primeiro cronógrafo automático quadrado do mundo
Primeiro cronógrafo automático com caixa à prova d’água quadrada
Estreou o movimento Calibre 11, um dos primeiros movimentos de cronógrafo automático da história, desenvolvido em parceria com Breitling, Hamilton e Dubois Dépraz (o consórcio "Chronomatic").
Caixa quadrada de 39 mm (enorme e ousada para a época)
Mostrador azul metálico
Botões de cronógrafo à direita, coroa à esquerda (indicando que o relógio não precisava ser dado corda — era automático)
Pulseira de couro perfurado, inspirada em luvas de corrida
Esse design chocou os puristas, mas conquistou fãs do automobilismo e jovens que queriam algo fora do comum.
O Monaco entrou para a história da cultura pop quando foi usado por Steve McQueen no filme "Le Mans" (1971).
Por que isso foi importante?
McQueen escolheu o Monaco pessoalmente, porque queria combinar com seu macacão da equipe Heuer no filme.
Desde então, o Monaco ficou eternamente associado à imagem de McQueen: cool, corajoso e rebelde.
Isso cimentou o status do relógio como um ícone cultural e colecionável.
Apesar do impacto inicial, o Monaco foi descontinuado em meados dos anos 1970, pois o mercado caminhava para designs mais discretos (e a crise do quartz afetou as vendas de cronógrafos mecânicos).
A Heuer foi vendida, e a marca se tornou TAG Heuer em 1985, após a aquisição pelo grupo Techniques d’Avant Garde (TAG).
Em 1998, o Monaco foi relançado:
Primeiro como parte da linha "Classics", depois como uma linha própria.
A reedição fiel ao modelo de Steve McQueen reacendeu o interesse pelo relógio, agora com movimentos modernos.
De 2000 para cá, o Monaco ganhou inúmeras variações:
Calibre 11 moderno – com coroa à esquerda, fiel ao original
Calibre 12 – mais recente, coroa à direita
Heuer 02 – movimento cronógrafo in-house, lançado em versões mais sofisticadas a partir de 2019
Mostradores azuis, pretos, vermelhos, verdes
Edições limitadas em titânio, ouro, cerâmica
Pulseiras de couro, metal e até borracha
Modelos com cronógrafos Flyback
Skeleton dials (mostradores esqueleto)
Edições comemorativas com design retrô-futurista
Uma das versões mais queridas é o Monaco Gulf, com as listras azul e laranja da famosa equipe de corridas Gulf Oil — também presente no carro de Steve McQueen em Le Mans. Essa edição celebra ainda mais a ligação histórica com o automobilismo.
O Monaco continua sendo um dos pilares da TAG Heuer — uma mistura perfeita de tradição, ousadia e estilo. Ele é:
Um relógio de culto entre colecionadores,
Uma peça de declaração visual para quem busca algo fora do convencional,
Um tributo à engenharia suíça e ao espírito das pistas de corrida.
O TAG Heuer Monaco não é apenas um relógio — é um ícone cultural. Desde sua criação revolucionária em 1969 até as versões contemporâneas com movimentos de última geração, ele mantém seu lugar como um dos relógios mais reconhecíveis e respeitados do mundo.
1969: Primeiro cronógrafo automático quadrado
1971: Imortalizado por Steve McQueen em Le Mans
1998–hoje: Revivido com sucesso, com muitas versões e calibres
Símbolo: De ousadia, automobilismo e design retrô-chique